PROMOÇÕES

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Honda apresenta Hornet 2011 para a Europa

Internacional: Nova Hornet 2011. Para a versão 2011 a Honda manteve-se fiel ao seu objetivo claramente definido de não só atender às expectativas dos clientes para a Hornet, mas excedê-las, e tem respondido a estes desejos, com mudanças drásticas de estilo. O compacto motor, originalmente desenvolvido a partir do propulsor da CBR 600RR 2007, é ajustado para alta potência e torque em velocidade média, combinado com um rápido aumento nas retomadas

sábado, 16 de abril de 2011

Ruídos de veículos e som automotivo.

Atualmente, a emissão irregular de ruídos e sons passou a ser um dos principais problemas dos centros urbanos, em especial os ruídos originados de veículos por seus equipamentos – motor, surdina, buzina, alarme, similares - ou aparelhagem de som, tanto comercialmente, como no lazer.
Vários estudos demonstram que a emissão de ruídos provoca malefícios à saúde humana, causando distúrbios físicos e mentais. Ainda mais: a própria emissão irregular de ruídos, ou sons ocasiona perturbação à segurança viária, ao sossego público e ofende o meio ambiente, afetando o interesse coletivo e difuso de um trânsito seguro e da qualidade de vida.
Dependendo da intensidade, os sons ou ruídos podem causar desatenção e perturbação aos sinais sonoros de trânsito (ordens dos agentes de trânsito; dispositivos de alarme de veículos de emergência e segurança – art. 29, VI; sinais de advertência de outros veículos – art. 41), bem como provocar o estresse, distúrbios físicos, mentais e psicológicos, insônia e os conhecidos problemas auditivos (perda da capacidade auditiva mínima até a surdez), com reflexos diretos nas relações viárias e humanas.
Diversas normas tratam do uso regular e da quantidade de ruídos e sons para a convivência saudável do ambiente, sendo ele emitido no trânsito (art. 1º, § 1º, do Código de Trânsito Brasileiro) ou não, advindo esta proteção desde a Constituição Federal (art. 225 c/c art. 1º, §5º do CTB) até leis Municipais específicas.
Entretanto, mesmo com todos estes malefícios da emissão irregular de ruídos e com vasta legislação para o combate destas condutas, percebe-se um notório aumento de pessoas utilizando seus veículos com instrumentos ou aparelhagem de som desrespeitando os níveis máximos de ruídos e ocasionando, no mínimo, prejuízo à segurança viária e, na maioria das vezes, desconforto, indignação e descrédito no cumprimento da legislação.

sábado, 9 de abril de 2011

AUTO ESCOLA PARA SUPER CARROS

para super carros
Que isso não aconteça mais
Depois que um garoto de 18 bateu uma Ferrari a menos de 185 metros da casa de seus pais na Califórnia, Nathan e Hallie Swartzbaugh resolveram tomar providências.
Abriram um curso especial para supercarros em sua Auto-escola, onde os ricos e mimados filhinhos de papai corajosos e sortudos donos deste tipo de carro aprenderão como domar suas feras.
Localizada em um dos mais famosos condados dos Estados Unidos, o Orange County, a auto escola usa antiga pista de corridas de El Toro como local para suas aulas.
Os alunos aprenderam sobre a performance dos carros com e sem o controle de tração e técnicas de direção.
A melhor parte?
As aulas serão gratuitas e ocorrerão nos dias 15 e 16 deste mês.
Como se alguém que possa comprar um super carro precisasse disso, não é?

sábado, 2 de abril de 2011

Tudo Sobre Motores

Por volta de 1801, Philippe Lebon, chamado pitorescamente "o pai do gás de hulha", requereu uma patente descrevendo o princípio de um motor baseado na expansão de uma mistura de ar e gás inflamado. Infelizmente Lebon foi assassinado.
Mais tarde 50 anos em 1852 Jean Joseph Étienne Lenoir começa a trabalhar num motor a explosão.
Em 1858 Lenoir tenta seu primeiro motor fixo, de explosão, movido a gás. Dois anos depois, patenteia-o.
Trabalhando ininterruptamente em 1863 consegue montar um triciclo. O motor funcionava como o de uma máquina a vapor. O combustível era gás de lulha ou óleo leve, proveniente de xistos ou alcatrões, vaporizado em carburador tipo primitivo.
A potência do motor era muito pequena: 1,5 hp. Lenoir ainda não havia descoberto a importância da compressão da mistura de combustível antes da ignição.
Em 1880 um matemático de ruão, Delamarre-Deboutteville, debruçado sobre os estudos de Lenoir, consegue fazer um motor. É alimentado a gás, primeiro, depois a óleo leve "vaporizado".
O motor era horizontal, Chamou-o de "Simplex" e patenteou-o em 1884: 2 cilindros horizontais ligados a um único eixo de manivela, munido de um diferencial. Transmissão por corrente, como na bicicleta.
Um moço chamado Nikolaus August Otto, que as bibliografias especializadas de automóvel, chamam de "físico Otto"; outras, mais modestas, de "mecânico Otto".
Otto era alemão. Viajava muito. Um dia foi a Paris e acabou vendo o motor de Lenoir. Era um apaixonado dos novos veículos. E no trabalho de Lenoir sentiu que ali havia um princípio. Mas o princípio de alguma coisa muito importante.
Já se havia descoberto o motor a explosão. "Como aproveitá-lo, mas aproveitá-lo bem" - pensava Otto - "E talvez até num veículo automóvel?".
Otto instala uma pequena oficina. Depois, absorvido pelo seu trabalho, deixa o emprego de caixeiro-viajante: "...hoje é um grande dia para mim" - escreve à noiva comunicando a resolução.
Um dia, quando estava em sua banca de trabalho fazendo novas experiências com seu motor, ia admitir gás e ar no cilindro de sua máquina - quando se lembrou de empurrar o pistão novamente até onde e quando pudesse. O pistão funcionou como um compressor, calcando o combustível no cilindro. Feito isso, ligou a ignição: houve uma detonação seguida de rápidas e fortes rotações do volante da máquina.
Isso fez Otto pensar maduramente. Chegou à conclusão que seria melhor comprimir a mistura do combustível no cilindro, através do pistão, para depois incendiar a mistura. Incendiando-a assim comprimida haveria uma forte pancada do pistão e essa pancada produziria força.
Mais tarde, sintetizou sua observação e as conclusões a que chegou:
1)No primeiro movimento (recuo do pistão) admitia o combustível;
2) No segundo movimento, comprimia-o;
3)No terceiro movimento, a pancada (explosão), criava a força útil;
4) No quarto movimento (volta do pistão) havia a libertação e expulsão dos produtos da combustão.

sábado, 26 de março de 2011

Motores 2 Tempos – O milagre está acabando

Os motores de 2 tempos tem este nome pois o ciclo de funcionamento ocorre em apenas 2 tempos: Admissão/Compressão e Escape/Exaustão. Nos motores de 2 tempos, o combustível entra no motor por baixo do pistão, e este passa para a câmara de combustão através de uma janela no próprio pistão, que se abre quando esta janela encontra com outra no cilindro. Quando o pistão desce em direção ao ponto mais baixo do cilindro, ele empurra o gás combustível criando uma pressão na parte inferior, e isso força o gás a passar para a parte superior. Quando o pistão sobe, o gás é comprimido e então a vela produz uma faísca, que explode o gás e empurra o pistão para baixo. Quando o pistão desce, ele abre a janela de exaustão, e a fumaça gerada pela explosão sai, e logo a janela de admissão se abre e o processo recomeça.
Nos motores de 4 tempos, o motor dá 2 voltas completas para cada explosão, enquanto que nos motores de 2 tempos, há uma explosão por volta. Por isso eles são mais potentes. Motores de 2 tempos normalmente tem o dobro da potência dos motores de 4 tempos da mesma cilindrada e quantidade de cilindros.
O milagre acontece na preparação. Apenas alterando o escapamento (componente fundamental dos motores de 2 tempos), já é possível obter um ganho expressivo no desempenho. Mas não é apenas isso: É possível alterar o tamanho das janelas de admissão e escape, do pistão e do cilindro. Também é possível mexer na taxa de compressão sem dificuldades, diminuindo ou aumentando a altura do cabeçote.
O Cabeçote dos motores 2 tempos não tem nenhuma parte móvel, não possuem válvulas, nem correntes, nem comandos… Apenas a vela está lá.
Nos motores de 2 tempos, a lubrificação é feita pelo próprio combustível. O óleo é misturado ao combustível, vezes no próprio tanque, ou através de uma bomba que controla a mistura (autolub). Por este motivo, estas Motos poluem muito mais o ar do que as com motores 4 tempos. A fumaça branca é uma característica dos motores 2 tempos.
Por este motivo, os motores 2 tempos estão fadados a morte. Hoje em dia, pouquíssimos modelos ainda são produzidos. Os mais comuns são alguns Scooters e algumas motos de competição. É uma pena, pois estes motores possuem uma tocada muito diferente das dos motores de 4 tempos. É muito legal pilotar uma Moto destas.

sábado, 19 de março de 2011

Opalas antigos

ábado, Oito horas da manhã. Meus olhos abrem lentamente e brilham com o céu límpido, azul. Minha mente é ágil ao imaginar o que virá no resto do dia. Levanto, coloco uma roupa leve, confortável, para que me sinta melhor ainda dentro do bólido, do meu bólido. Não esqueço do detalhe: o boné com a bow-tie gravada, comprado há alguns anos naquele Chevy Show nos Estados Unidos, enquanto eu babava sobre tantos Camaros e Corvettes.
Passo rapidamente pela sala. Surge a pergunta: Aonde vais ? Respondo com o chacoalhar do chaveiro, a altura dos meus olhos. Mais uma vez, gravado nas chaves, o mesmo bow-tie do boné que paira como um prêmio sobre minha cabeça. Chego na garagem e olho para ele. Impávido, sereno, iluminado por alguns raios de sol que entram pelas pequenas janelas da garagem, parece com uma fera adormecida. Penso: que tal acordá-la e domá-la?
Caminho em sua direção, o coração bate mais forte, são passos apreensivos. Abro a porta e posiciono-me confortavelmente. Ora...estou sempre confortável dentro dele. Meus olhos focam rapidamente os retrovisores. Ajusto a altura da direção, a distância do banco. Pensando bem...para quê ? Estão todos viciados na mesma posição do dia em que ele chegou. Minha mão caminha lentamente na direção do contato. Pouso o pé lentamente sobre o acelerador. Examino o câmbio. Como um maestro, giro a chave triunfalmente e a orquestra responde ! Lembro-me, então, daqueles anúncios do Opala com o maestro Diogo Pacheco. Rapidamente, calco no acelerador e a resposta é imediata. O som, inconfundível. Um ronco forte, decidido, quebra o silêncio da garagem. Engato a primeira, saio lentamente. O torque aparece: saio da garagem sem problemas.
Após alguns minutos de trânsito, o óbvio: todos reparam nele. Seria seu desenho clássico ? Não...afinal, clássico seria um Jaguar. Seria, então, sua potência, evidenciada naquelas arrancadas afobadas nos sinais ? Naquelas balançadas que o carro dá quando aceleramos no sinal...e que perdoem os proprietários de brinquedos de 1000 cilindradas. Seria então, seu porte, seu tamanho e status ? Ora...não é nenhuma Mercedes! Então por quê todos aqueles motoristas anônimos, dirigindo seus motorzinhos euro-brasileiros de um litro estariam a reparar no Opalão ?
Rumo, então para aquela estrada litorânea, que sempre considerei o circuito ideal. Sempre imaginei o Emerson e talvez o Piquet naquela estrada, pilotando o Opalão. Pensando bem, o Piquet não: ele nunca foi com a cara dos Opalões.
Piso gradativamente no acelerador: a Orquestra Sinfônica de Berlim...Ooooppps...os seis "canecos" do Opalão respondem vigorosamente. Surge a primeira curva e penso: agora, só eu e você. As curvas aparecem rápido...a carroceria oscila e me vem a mente a ocasião em que apresentei o primeiro Opala para a turma. O dono do Golzinho GTI gritou: 'Opala é carro de pai!'. Sempre respeitei a característica 'pai' do meu Diplomata e para compensar tal 'vício', fazia as curvas com os braços alertas e uma pressãozinha extra no acelerador. As curvas cessam. Surge a reta imponente, absoluta. As marchas sobem rapidamente. O conta-giros trabalha como um louco, mas, em vão. Ouço com carinho a 'orquestra' trabalhar. Quando precisa mudar, mudo com vigor. Aquele zumbido característico é cada vez maior: o vento passa rapidamente pelos retrovisores e olho para o velocímetro: 180. O ar flui pela grade e acaricia o bow-tie prateado que observa o caminho. Não satisfeito, passo do 'vermelho'. Os seis cilindros gritam impacientes e parece que estou num túnel: Só vejo o painel, o horizonte pouco nítido e as faixas brancas no chão, que o Opala devora com facilidade. Cheguei ao céu! As oscilações do asfalto passam e fica aquela sensação agradável, a suspensão macia (e pergunto aos engenheiros da GM: não poderia ser mais 'durinha') trabalha e só ouço o zumbido característico, a 'orquestra' sob o comando de Karajan e o atritar dos grandes pneus sobre o asfalto quente.
Subitamente, algumas gotas de chuva atingem o para-brisas. Diminuo porque o Opalão nunca se deu muito bem com chuva. Mas, mesmo assim, a sensação de pisar fundo no meio das curvas e sentir a traseira começar a te acompanhar é incrível! Volto a terra: Surge um caminhão e tudo desmorona: Pressiono rapidamente o freio, e procuro trata-lo com carinho. Sinto que os pneus já reclamam e modulo, lentamente. Zero. O Opala olha com fúria para o motorista do caminhão, já ciente da grande besteira que fez. Já o motorista aqui reclama com duas fortes aceleradas. Foi como impedir que o alazão percorresse o campo livre, numa incessante busca pela liberdade.
Retorno cantarolando aquela musiquinha do comercial do Opala 82...'É no silêncio de um Chevrolet que seu coração bate mais forte...', pensando: Ora, é tudo. O estilo, o motor clássico, pesado. Seu comportamento ora comportado, ora rebelde. A 'cintura' alta que remonta os velhos Camaros. A excelente fama de carro forte, robusto. A logotipo reluzente ostentando o sobrenome dos irmãos que começaram tudo: Chevrolet. Ou talvez aquela, do outro lado, que sempre despertou tanta admiração: 4.1/S. Ou os comentários de sempre: 'viu o Opalão? Era um "seis canecos!".
É por tudo isso, e, com certeza, por mais alguns motivos que gosto tanto do inesquecível Opala.

sábado, 12 de março de 2011

Toyota traz exclusivamente para o Brasil nova geração de motores Flex

A Toyota irá introduzir na linha Corolla, no mês de março, uma nova geração de motores Flex Fuel, que pode ser abastecida com álcool e gasolina em qualquer proporção. Esse novo propulsor foi desenvolvido exclusivamente para o mercado nacional, pela engenharia da Toyota Motor Corporation, no Japão, com cooperação da engenharia da Toyota do Brasil.
A introdução da nova geração de motores Flex Fuel da Toyota no Brasil reforça o posicionamento da marca em oferecer tecnologia correta, no veículo correto, respeitando as características de cada mercado.
“O Brasil, com sua grande capacidade de produção de cana-de-açúcar e com suas inúmeras usinas é o mercado ideal para o desenvolvimento e utilização da tecnologia Flex Fuel e para a produção de veículos que podem ser abastecidos tanto com álcool como com gasolina, misturados em qualquer proporção”, afirma Luiz Carlos Andrade Junior, vice-presidente sênior da Toyota Mercosul.
Apesar de o mercado brasileiro ser o mais propício para a utilização de álcool combustível, a Toyota também incentiva a tecnologia em outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, mesmo com pequena demanda por parte dos consumidores locais, a marca disponibiliza dois modelos que podem receber o E85 (álcool derivado de milho lá produzido, acrescido de 15% de gasolina): a picape Tundra e o sedã grande Avalon.
“Uma das premissas da Toyota é ‘o consumidor em primeiro lugar’. Isso faz com que a marca lance produtos, no mundo todo, com tecnologias que atendam aos anseios dos nossos clientes. Mas, nesses tempos em que se pensa na substituição gradativa do uso de petróleo e se discute qual fonte de combustível renovável será mais a difundida no futuro, todo esforço em pesquisa relacionada a novas alternativas é válida”, completa Andrade.
Tecnologia de ponta em todas as fontes de energia
Dentro da política de oferecer tecnologia correta, no veículo correto, respeitando as características de cada mercado, a Toyota aplica em seus veículos alimentados por qualquer tipo de combustível, no mundo todo, tecnologia de ponta.
Os motores a diesel D-4D que equipam a linha Hilux no Brasil, bem como outras picapes e utilitários esportivos disponíveis em outros mercados, possuem injeção eletrônica, são compactos e, reconhecidamente, estão entre os mais econômicos no mundo. Vale ressaltar que os motores Toyota da família D-4D também está presente em veículos de passeio na Europa, onde esse tipo de combustível é amplamente disseminado.
Nos Estados Unidos e Japão, a maior concentração de força da Toyota em tecnologia alternativa são os híbridos, onde a marca foi pioneira, com o lançamento da primeira geração do Prius, em 1997. A terceira geração do modelo, lançada no Salão de Detroit de 2009, recebeu melhorias significativas e é extremamente eficiente em consumo de combustível. Seu motor híbrido, composto por um propulsor a combustão 1.8 16V VVT-i e outro elétrico, permitem ao veículo consumo de 50 milhas por galão, ou seja, 21,1 km/l.
Atualmente, além do Prius, a linha de veículos híbridos da Toyota no mundo conta com outros modelos, entre eles, o sedã Camry e o utilitário esportivo Highlander, além do Lexus LS600h. As vendas da Toyota de veículos híbridos já ultrapassaram a marca de 1,5 milhão de unidades, desde 1997.
Corolla Flex Fuel
A Toyota introduziu a tecnologia Flex Fuel na linha Corolla em março de 2007, após três anos de desenvolvimento. Ao contrário da maior parte dos concorrentes que recorreram a fornecedores, toda a concepção e aplicação do bicomustível no país foi fruto do trabalho da engenharia da marca. À época, o maior desafio era equalizar a performance tanto com a utilização de gasolina como com álcool, e o resultado obtido foi a melhor aceleração e consumo entre todos os concorrentes bicombustíveis da categoria, o que se sobressai ainda mais com o novo motor 2.0 Dual VVT-i Flex.
A introdução do Flex Fuel na linha Corolla contribuiu ainda para que o modelo reafirmasse sua posição no mercado. A nona geração do Corolla, lançada em março de 2002, foi líder entre os sedãs médios por cinco anos consecutivos (de 2002 a 2006).
Com a chegada da 10ª geração, lançada em 2008, o Corolla mostrou ser ainda mais desejado pelos consumidores e retomou a liderança da categoria no ano passado, com vendas de 54.603 unidades.

sábado, 5 de março de 2011

Novo Uno aparece em arquivo do INPI

Muito sobre este carrinho são apenas especulações, mas projeções recentementes de revistas nacionais mostram um carro muito semelhante à este. A lanterna, assim como nas projeções, fica ao lado do vidro.
Seu lançamento deve acontecer entre abril e maio, com o mesmo motor 1.0 Economy de 75 cv e o 1.4 Fire Evo, o 1.4 Fire retrabalhado. Por enquanto ele terá apenas carroceria com quatro portas. O preço deverá partir de R$ 27 mil.

As versões segundo o blog Autos Segredos, seriam as seguintes:

  • Economy 1.0 Flex 5p
  • Economy 1.0 Flex Way 5p
  • 1.4 Evo Flex 5p
  • 1.4 Evo Flex Way 5p
Quem esperava um carro que iria substituir o Mille vai se surpreender! Algumas pessoas apostam que ele vai revuperar o nome “Uno”, mas a Fiat também registrou no INPI vários outros nomes que cabe ao modelo, como Mickey, Michi, Miki (e outras derivações oriundas do personagem da Disney), mas o mais cotado é o nome Topolino (Nome do Mickey na Itália). que foi usado por um antigo modelo vendido na Europa entre 1937 e 1955.

Leia mais Novidades Automotivas: Primeira mão - Novo Uno aparece em arquivo do INPI
http://novidadesautomotivas.blogspot.com/

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Curso a Distância - estude em casa e aprenda uma nova profissão! Mecânica de Automóveis

O Curso a distância de Mecânica de Automóveis prepara profissionais a desenvolver trabalho sobre funcionamento, montagem, desmontagem e regulagem dos componentes mecânicos de automóvel.

Aprenda sobre: suspensão, anéis de trava, rebites, engrenagens, bomba de óleo, análise de defeitos, tipos de motores, ordem de ignição, motores refrigeradores à água, sistema de combustível,  manutenção de motores e muito mais.

Com o método de ensino passo a passo qualifique-se profissionalmente, e trabalhe em oficinas mecânicas, empresas do ramo ou monte seu próprio negócio.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Feitos que transformaram Senna em mito da Fórmula 1

A bordo de sua Toleman, Ayrton Senna começou a corrida na 13ª posição. E sob muita chuva, fez belas ultrapassagens e começou a pressionar o líder, o francês Alain Prost. A performance do brasileiro era incrível e a liderança parecia ser questão de tempo. Mas a forte chuva levou ao cancelamento da corrida na 31ª volta (de um total de 76). Senna terminou em segundo, mas com o gostinho de quem venceria fácil

Era apenas a segunda vez que Ayrton Senna pilotava sua Lotus, no GP de Portugal, no circuito do Estoril. Antes da partida, o motor do seu carro quebrou e a escuderia teve de fazer a troca, aproveitando o adiamento da largada em função da chuva. Mais uma vez, ele mostrou que dominava a pista molhada como ninguém e conquistou sua primeira vitória na categoria.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Motor

Um motor é um dispositivo que converte outras formas de energia em energia mecânica, de forma a impelir movimento a uma máquina ou veículo. Em contraste, existem os chamados geradores.
O termo motor, no contexto da fisiologia, pode se referir aos músculos e a habilidade de movimento muscular, como em Coordenação Motora.
No contexto da informática, em Portugal, o termo motor é muito utilizado em denominações de várias tecnologias computacionais – como em "motor de busca", "motor de jogos", entre outros.
Desde os primórdios, a humanidade utiliza fontes motoras para obter trabalho. Os primeiros motores utilizavam força humana, tração animal, correntes de água, o vento, e o vapor.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

CES 2011 mais um Tablet na Gerra da Motorola

Mais um soldado para a guerra com o com o iPad agora é a vez da Motorola com o seu tablet XOOM .

O tablet vai ser lançado em parceria com a operadora americana Verizon, que usa tecnologia CDMA na sua rede.

Especificações:

Sistema: Android 3.0 Honeycomb

Dimensão: 249.1mm x 167.8mm x 12.9mm
Display: 10.1” 1280×800 resolução
Peso: 730 g
Processor: NVIDIA® Tegra™ 2: 1GHz dual-core processor
Bateria: Dizem que mais de 10 horas vendo video direto . Será?
Conectividade: 3.5mm, micro USB 2.0 HS, Wi-Fi 2.4GHz & 5GHz 802.11b/g/n, Bluetooth 2.1 + EDR + HID
Network: 3G, 4G LTE upgradeable, 802.11n w/Personal Hotspot
Video: captura de video 720p/1080p playback/streaming, H.263, H.264, MPEG4
Cameras: 5 MP na parte traseira com reconhecimento facial, dual LED flash/2MP na frente para chamada de video.
Memoria: 32GB de memória interna, SD card suporte para expandir a memória, 1GB DDR2 de RAM.

O tablet deve ser lançado ainda no primeiro trimestre nos EUA, inicialmente com suporte a 3G da operadora Verizon.

Eu estou realmente muito ansioso pelo lançamento do IPad 2 no qual existem rumores de que o lançamento está posta muito breve.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Curiosidades sobre Carros

A Associação Internacional de Lava-rápidos encomendou uma pesquisa, nos Estados Unidos, para saber o que os motoristas fazem em seus carros. Confira o curioso resultado: 90% gostam de cantar; 54% preferem beijar; 36% adoram pendurar objetos no retrovisor e nos vidros; 34% costumam tomar decisões importantes; 27% não resistem ao sexo; 22% espalham fotos da família, namorada ou ídolos; 4% sempre comemoram o aniversário do carro.

No tribunal de Broken Hill, na Austrália, o juiz ordenou que o casal Somerville, que estava se separando, dividisse todos seus pertences ao meio. O marido, irritado com a decisão, pegou o carro do casal. E, com um maçarico, repartiu o carro em dois.

Enquanto isso, na Inglaterra, Mark Ferguson foi multado em sua ambulância por excesso de velocidade. Inconformado, recorreu. Alegando que levava um fígado para transplante. Curiosamente, o recurso foi negado, já que pela lei, uma ambulância só pode correr, se estiver levando pacientes. É claro que o paciente transplantado não se importou em pagar a multa…

Para quem é fã de carros tunados, iria adorar o modelo Corviar da Chevrolet, lançado na década de 60, que foi o primeiro carro de série, usar o turbo. O motor do Corviar possuía 6 cilindros opostos e bloco de alumínio, era refrigerado a ar, contava com 150 cavalos de potência. O Chevrolet Corvette também fez história como o primeiro carro de fibra de vidro, lançado em 1953.

O primeiro carro do mundo também tem suas curiosidades: tinha apenas três rodas e sua velocidade máxima era de 14 km/h. Já o Primeiro Grande Prêmio do mundo, foi disputado na França, no ano de 1906. O mais curioso é que os carros eram puxados por cavalos até a largada.

As curiosidades dos tamanhos de carro também estão presentes. O Bugatti Royale, da década de 20, media quase 7 metros, sendo que destes, 2 m eram só do capô. Mas ninguém bate a limusine de 30,5 m e 26 rodas, de um californiano, que conta com alguns curiosos atrativos, como piscina com trampolim e colchão d’água do tamanho king-size.

Entre os recordes mais curiosos com carros, temos John Smith, que dirigiu seu Chevrolet de marcha à ré, a 60 km/h, por 806,2 km sem parar. E Brian Carson, um dublê que realizou o maior salto em altura com carros. Ele atingiu 96,6 metros de altura, com a velocidade de 150 km/h.

Em 1963, Chrysler lançou o primeiro carro com propulsor por turbina a gás. A maior vantagem desse modelos era a temperatura mais baixa, tanto de motor quanto de escapamento, se comparado aos motores de pistões. Apenas 50 unidades foram produzidas e levadas ao público para teste, mas o projeto não vingou. Ainda é possível ver exemplares em coleções particulares ou museus.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Muscle Cars - Só V8

Até a segunda Guerra mundial, os carros americanos eram pesados e lentos. A partir de 1949 aproximadamente, a história dos carros americanos começou a mudar. No início da década de 60 o sonho Americano tornava-se uma realidade, os motores começaram a crescer, as corridas de carro estavam por todo o país e em meados da década de 60 surgiram os Muscle Cars.
Não existe uma definição exata para o termo Muscle Cars, podemos dizer que são os hot rods originais de fábrica. Na terra do Tio Sam os V8 dão as cartas e motores Big Blocks e com mais de um carburador eram vendidos originais de fábrica. De meados de 1960 a meados de 1970 foram aproximadamente 188 Muscle Cars fabricados, somando-se todas as marcas. A Turbocar então vai apresentar um modelo por semana para você leitor apaixonado pela velocidade conhecer melhor estas máquinas.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Auto Falantes - Quando a quantidade faz a diferença

1º - Objetivo: se você precisa de qualidade ou volume.

Ao planejar um projeto de som, você pode escolher entre: qualidade, volume (intensidade sonora) ou ainda um meio termo entre qualidade e volume. Se o objetivo é obter qualidade, use poucos alto-falantes. Assim, há melhor focagem. Confira as figuras 1 e 2. São dois bons exemplos de sistemas para qualidade.

Caso a opção seja um sistema como o da figura 2, tenha apenas o cuidado de não deixar que o som dos alto-falantes traseiros predomine dentro do carro. A figura 1 é mais indicada para veículos do tipo hatch (Uno, Gol, Corsa, entre outros), picapes (Courier, Saveiro, entre outros) ou pequenos sedãs (Corsa, Clio, entre outros) onde se vai instalar um par de pezinhos. Já a figura 2 é mais indicada para veículos conversíveis (Miata, Escort, entre outros), vans (Besta, Topic, entre outros) ou grandes sedãs (Vectra, Santana, entre outros) com ou sem a instalação de pezinhos.

Vamos supor, agora, que você já tem um sistema com ótima qualidade (como o da figura 1), mas ainda sente falta de algum volume. Então, você terá de fazer algumas alterações. Para aumentar a intensidade sonora (volume) de um determinado sistema, só existem três coisas a fazer:
  1. Aumentar a potência aplicada.
  2. Aumentar a quantidade de alto-falantes.
  3. Aumentar a potência aplicada e a quantidade de alto-falantes.
Qual dessas alternativas você escolheria para não abrir mão da qualidade? Acertou quem escolheu a alternativa (a). Se você quiser ter um som com qualidade e mais intensidade sonora, deve tentar aumentar apenas a potência aplicada aos alto-falantes, conforme as figuras 3 e 4. Mas atenção: ao aumentar a potência, procure respeitar os limites de seus alto-falantes. Caso não suportem receber mais potência, você deverá substituí-los por outros, mas mantendo a mesma quantidade.

Em um sistema de som mais simples, do tipo trivial (um som do dia-a-dia), em que não há uma preocupação exagerada com qualidade, uma boa forma de aumentar a intensidade sonora seria a opção (b). Dessa forma, um sistema como o da figura 2 (um kit original + subwoofer) forneceria mais intensidade sonora se fosse transformado em um sistema como o da figura 5.

Note: foram acrescentados um par de coaxiais na frente (pezinho), um par de coaxiais ovais na traseira (tampão) e um outro subwoofer (porta-malas).

2º - Capacidade do amplificador: você deve respeitar o limite de impedância da saída do amplificador.

É incrível o que algumas pessoas fazem com os amplificadores: vão ligando os fios de vários alto-falantes (positivo com positivo e negativo com negativo) sem se importar muito com o resultado da ligação. Até o amplificador começar a superaquecer e desligar por alguns minutos (para depois voltar a funcionar). Já vi gente colocar uns ventiladores para "enganar" um amplificador que desliga depois de esquentar muito. O amplificador até parou de superaquecer. Em compensação, o que se obteve foi menos potência do que o equipamento poderia liberar e um som de péssima qualidade.

Não há como ligar aleatoriamente alguns alto-falantes a um amplificador sem analisar qual o valor resultante da impedância desses alto-falantes e qual o tipo de ligação (série ou paralelo ou ainda série/paralelo) que será mais adequada para a situação.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Conservação do Visual do Motor da Moto

Com exceção das motocicletas esportivas que tem seu motor envolvido pela carenagem, as demais categorias de motocicletas, têm o motor totalmente aparente, dessa forma o motor acaba fazendo parte do visual total da motocicleta. Inclusive, sendo essa uma das características mais marcantes das motocicletas.
Quando falamos da aparência geral dessas motocicletas, significa que de não adianta deixar tanque, laterais e rodas limpos e bonitos se o motor também não tiver com uma boa aparência.  
Em razão do motor e seus componentes trabalharem em regime de altas temperaturas, sua conservação e limpeza merecem uma atenção especial.

- Motores Novos
O motor novo (zero km) vem de fabrica com alguns detalhes que devem ser observados, como o excesso de graxas e óleos utilizados na montagem, excesso de cola nas juntas do motor e também os adesivos em geral colados no motor.
Em virtude da temperatura elevada, esses componentes podem fundir-se, formando incrustações nas paredes externas, processo esse que iniciara a geração de manchas no motor.
Logo após a retirada da motocicleta da concessionária, é aconselhável fazer uma lavagem detalhada no motor da motocicleta com a finalidade remover todos esses detalhes. Para isso utilize uma mistura de querosene com sabão liquido com concentração maior de querosene, muitos pinceis e escovas.

- Tipo de refrigeração
Outro fator determinante na conservação do visual dos motores esta relacionado ao tipo de refrigeração do motor.
O motor de refrigeração a ar em geral apresenta temperaturas bem mais elevadas em suas peças externas do que o motor de refrigeração liquida. As ligas dos materiais também são diferentes, as ligas dos motores refrigerados a ar se dilatam mais que a liga dos motores de refrigeração liquida. Nos motores a ar as aletas de refrigeração dos cilindros são maiores que nos motores de refrigerados liquida. Nos motores a ar, com a finalidade de reter maior capacidade de ar, os materiais apresentam uma “rugosidade” e “porosidade” maior. Todos esses detalhes juntos irão fazer que a parte superior dos motores refrigerados a ar seja mais difícil de serem conservados. Em conseqüência, esse fator exige maior atenção e cuidado na conservação dos motores de refrigeração a ar, em especial na sua parte superior, ou seja, nas aletas dos cilindros.

  - Terra: O grande inimigo
Apesar de muitos motociclistas se preocuparem com o acumulo de graxa e óleo no motor, na realidade o maior vilão da conservação do motor é a terra. Por mais sujo de graxa e óleo que o motor esteja, basta uma boa lavagem que ele fica bonito novamente.
Já a terra e o barro em contato com as peças que atingem grandes temperaturas como as aletas dos cilindros dos motores a ar e os escapamentos, se transformam em cerâmica e se fundem com essas peças, tornando muito difícil sua remoção.
Para contornar esse problema, é de vital importância que o motor seja lavado o mais breve possível, sempre que receber terra ou barro nessas partes.
A sedimentação de terra no motor muitas vezes ocorre de forma gradativa, num primeiro momento o motociclista não percebe o problema, depois de algum tempo o motor fica todo “avermelhado”, isso é muito comum de ser verificado nas motos off-road.


- Os Motores Harley Davidson
Os motores das motocicletas Harley Davidson estão entre os que apresentam umas das mais altas temperaturas na sua parte externa. Atualmente, esses motores têm dois tipos de acabamento, um deles é a pintura em preto fosco, o outro é a liga de alumínio na cor natural. Após o uso em dias de chuva ou locais onde os motores recebem terra e barro, é muito importante que essas partes sejam imediatamente lavadas, caso contrario ocorre rapidamente o processo de “colagem” desse material com a pintura preta ou com o alumínio natural, deixando-o permanentemente “avermelhado”.

- Escapamentos
Por atingirem temperaturas elevadíssimas, os escapamentos são os locais de mais difícil conservação, em especial na sua parte mais próxima à saída do motor. Dificilmente os escapamentos ficam “bonitos” a vida toda.  Os escapamentos cromados são os mais fáceis de serem limpos, pode-se utilizar palha de aço grossa conforme descrito em matéria especifica que tenho sobre o assunto. Os Escapamentos de aço inox e os de alumínio são mais complicados de serem limpos, pois qualquer tipo de escova ou bucha risca facilmente os mesmos. Em muitas situações pode-se usar massa de polimento para limpeza desses escapamentos. Existe ainda o escapamento pintado de preto fosco, esses são os mais difíceis de serem limpos, pois sua tinta, que tem base mineral se solta com facilidade com o atrito de buchas. Pode-se usar uma bucha tipo scoth-britte que esteja velha, ou seja, com menor poder de abrasão, prestando atenção para não fazer muita pressão ao aplicar.

- Limpezas milagrosas
Em virtude da dificuldade de remover graxa ou terra de motores, muitos motociclistas e locais de lavagem, acabam apelando para produtos químicos mais fortes como desengraxantes pesados tipo “solupan”, ou produtos para limpar alumínio tipo “ativado”. O uso desses produtos é totalmente desastroso para muitos componentes dos motores das motocicletas. Não só comprometem visualmente as peças, mas também prejudicam a vida útil de muitas delas.

- Lavar sempre
O grande segredo da conservação do visual externo dos motores de motocicletas é a lavagem freqüente. Somente a lavagem freqüente evita a sedimentação continua de materiais diversos que com a ação da temperatura vão se fundindo no motor. Sendo de vital importância a lavagem do motor da motocicleta logo após uma chuva quando o motor recebe muita lama ou barro das ruas e estradas sujas.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Ruídos de veículos e som automotivo.

Atualmente, a emissão irregular de ruídos e sons passou a ser um dos principais problemas dos centros urbanos, em especial os ruídos originados de veículos por seus equipamentos – motor, surdina, buzina, alarme, similares - ou aparelhagem de som, tanto comercialmente, como no lazer.
Vários estudos demonstram que a emissão de ruídos provoca malefícios à saúde humana, causando distúrbios físicos e mentais. Ainda mais: a própria emissão irregular de ruídos, ou sons ocasiona perturbação à segurança viária, ao sossego público e ofende o meio ambiente, afetando o interesse coletivo e difuso de um trânsito seguro e da qualidade de vida.
Dependendo da intensidade, os sons ou ruídos podem causar desatenção e perturbação aos sinais sonoros de trânsito (ordens dos agentes de trânsito; dispositivos de alarme de veículos de emergência e segurança – art. 29, VI; sinais de advertência de outros veículos – art. 41), bem como provocar o estresse, distúrbios físicos, mentais e psicológicos, insônia e os conhecidos problemas auditivos (perda da capacidade auditiva mínima até a surdez), com reflexos diretos nas relações viárias e humanas.
Diversas normas tratam do uso regular e da quantidade de ruídos e sons para a convivência saudável do ambiente, sendo ele emitido no trânsito (art. 1º, § 1º, do Código de Trânsito Brasileiro) ou não, advindo esta proteção desde a Constituição Federal (art. 225 c/c art. 1º, §5º do CTB) até leis Municipais específicas.
Entretanto, mesmo com todos estes malefícios da emissão irregular de ruídos e com vasta legislação para o combate destas condutas, percebe-se um notório aumento de pessoas utilizando seus veículos com instrumentos ou aparelhagem de som desrespeitando os níveis máximos de ruídos e ocasionando, no mínimo, prejuízo à segurança viária e, na maioria das vezes, desconforto, indignação e descrédito no cumprimento da legislação.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Motos tunadas e turbinadas


O mercado tem muita opção pra quem quer comprar uma moto tunada ou um motocicleta do jeito que sai da fábrica. Tem para todos os gostos e bolsos. Os preços varia de 5 mil a 200 mil reais. Esta Suzuki então é uma beleza de moto e acompanha uma máquina potente.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Ninja 650R chega no Brasil !!

A Kawasaki do Brasil já tem um novo modelo em seu line-up a Ninja 650R. A motocicleta, aguardada por muitos brasileiros, usa o mesmo conjunto da naked ER-6n – motor bicilíndrico de 649 cm³, freio duplo na dianteira, escapamento sob o motor e suspensão traseira montada lateralmente.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Conheça a Nova Ferrari California

Ferrari California. Este é o mais novo lançamento da marca italiana do “cavallino rampante”.

Foi criado um site onde pouco a pouco revelavam algumas imagens até que ontem foi liberada por inteiro. Se quiser ver mais, acesse (http://www.ferraricalifornia.com). Pode-se conferir um vídeo e baixar wallpapers do novo carro.

As imagens, feitas pela revista alemã Auto Bild acabaram vazando na internet. Que novidade…

O carro traz uma série de inovações, como o motor dianteiro-central, capota rígida rebatível e transmissão com duplo comando de embreagem; e é empurrada por um propulsor 4.3 l V8 de 437 cv e vai de 0 a 100 km/h em 4 segundos.

O lançamento oficial será em outubro, no Salão do Automóvel de Paris.